É clichê dizer que "nem tudo é o que parece".
Humanos desejam tudo, desejam abraçar o mundo com seus minúsculos braços, e quando conseguem aumentá-los de alguma forma metafísica e imaginária, não consegue controlar, nem sustentar, tal peso por mui tempo. Ta aí o que é verdade: quando nos vemos; pois oras, somos reais quando agimos e nossas ações existem por simplesmente as executarmos quando, mesmo não vendo, observamos o tamanho do mundo (seja esse mundo qual for).
Maldita imaginação, expectativas... Ah! Por que ser humano? Por que esse desejo insaciável de tudo? Essa mistura de egoísmo coletivo e auto-altruísmo é estranha, né?
Precisamos enxergar o que é a verdade, e mesmo que ela pareça ser distorcida, saibam, caros à quem escrevo, ela é absoluta, e nós, humanos, a distorcemos e não é ela a torta da história. Com o passar do tempo nos adaptaremos, pois somos animais sujeitos a teoria de Darwin, e, finalmente, o que nos parecerá ser algo, realmente é/será aquilo, pois teremos aprendido a ver, e conviver com, a verdade.
17 de abr. de 2010
10 de abr. de 2010
Sorria?
Irônico, não? O quanto nos baseamos no mundo ao nosso derredor para podermos nos sentir nesse mundo? Não entendeu? É o seguinte: reclamamos sobre as coisas cotidianas que não agradam nossos olhos, mas será que são realmente nossos próprios olhos que não se agradam, ou simplesmente nos sentimos acuados se tivermos uma opinião e visão contrária do comum à todos?
Cada animal racional é único, somos únicos (ser humano, estranha condição como diria o velho do Restelo), mas acabamos, no fim, como fezes flutuando e indo de acordo com a maré. Oras não quero ser merda! Se somos realmente únicos e ninguém é igual a ninguém, qual o sentido de nos preocuparmos com que parecemos aos olhos do mundo? Não sei! Agimos assim e pronto! Mas se tivermos ciência da diferença entre todos nós, e as igualdades que nos regem, não seremos como aquele excremento flutuando de acordo com a maré, agora teremos bracinhos, perninhas e, o mais importante, usaremos nossa razão para nos definirmos como ser.
Todos, em qualquer dos ambientes nos quais convivemos, todos são/ somos vigiados, vigiamos as atitudes dos outros, vigiamos nossas próprias atitudes e cada passo nosso é contado. Policiamos algo que nem sabemos o que é (regras, normas, sei lá), somos milícias da maré, e se alguém cria bracinhos e perninhas logo julgamos... mas se criamos nossos próprios braços e pernas não queremos ser julgados. Entenderam o "Irônico, não?"? Sorria, você está sendo vigiado.
Cada animal racional é único, somos únicos (ser humano, estranha condição como diria o velho do Restelo), mas acabamos, no fim, como fezes flutuando e indo de acordo com a maré. Oras não quero ser merda! Se somos realmente únicos e ninguém é igual a ninguém, qual o sentido de nos preocuparmos com que parecemos aos olhos do mundo? Não sei! Agimos assim e pronto! Mas se tivermos ciência da diferença entre todos nós, e as igualdades que nos regem, não seremos como aquele excremento flutuando de acordo com a maré, agora teremos bracinhos, perninhas e, o mais importante, usaremos nossa razão para nos definirmos como ser.
Todos, em qualquer dos ambientes nos quais convivemos, todos são/ somos vigiados, vigiamos as atitudes dos outros, vigiamos nossas próprias atitudes e cada passo nosso é contado. Policiamos algo que nem sabemos o que é (regras, normas, sei lá), somos milícias da maré, e se alguém cria bracinhos e perninhas logo julgamos... mas se criamos nossos próprios braços e pernas não queremos ser julgados. Entenderam o "Irônico, não?"? Sorria, você está sendo vigiado.
2 de abr. de 2010
A "meia-noite" está chegando
Festa! Vida!
Vida, festa, baile de máscaras!
As vezes em que conhecemos as pessoas não as reconhecemos realmente, pois ainda não chegou a hora, a meia-noite, a das máscaras caírem. (Aos que não sabem, num baile denominado "baile de máscaras", o traje é a rigor o uso de máscaras obrigatório, e à zero hora, todos tiram as máscaras)
Assim como no baile, nos aproximamos das pessoas atraídos por suas máscaras e seus vestidos ou smokings de gala, somos atraídos pela imagem transmitida, mas esquecemos que não conhecemos os verdadeiros rostos por trás das máscaras; esquecemos que as aparências enganam.
Meia-noite, soam-se as batidas do relógio, as máscaras caem. Nossas reações podem ser várias, desde decepção por a máscara que caiu, não condizer com a face por detrás dela, até alívio, pois, o olhar que transpassava a máscara era verdadeiro , ou mesmo felicidade, se a beleza da máscara for inferior a da pessoa que a utilizava e o sorriso o mesmo.
Somos passíveis de erros, de acreditar que as pessoas são, realmente, quem aparentam ser; podemos também usar nossas máscaras, porém temos que escolhe-las muito bem, já que à meia-noite também teremos que tirar as nossas.
Vida, festa, baile de máscaras!
As vezes em que conhecemos as pessoas não as reconhecemos realmente, pois ainda não chegou a hora, a meia-noite, a das máscaras caírem. (Aos que não sabem, num baile denominado "baile de máscaras", o traje é a rigor o uso de máscaras obrigatório, e à zero hora, todos tiram as máscaras)
Assim como no baile, nos aproximamos das pessoas atraídos por suas máscaras e seus vestidos ou smokings de gala, somos atraídos pela imagem transmitida, mas esquecemos que não conhecemos os verdadeiros rostos por trás das máscaras; esquecemos que as aparências enganam.
Meia-noite, soam-se as batidas do relógio, as máscaras caem. Nossas reações podem ser várias, desde decepção por a máscara que caiu, não condizer com a face por detrás dela, até alívio, pois, o olhar que transpassava a máscara era verdadeiro , ou mesmo felicidade, se a beleza da máscara for inferior a da pessoa que a utilizava e o sorriso o mesmo.
Somos passíveis de erros, de acreditar que as pessoas são, realmente, quem aparentam ser; podemos também usar nossas máscaras, porém temos que escolhe-las muito bem, já que à meia-noite também teremos que tirar as nossas.
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